Uma das maiores responsabilidades femininas é decidir ter ou não um filho. Atualmente quase não ouvimos falar sobre gravidez interrompida, pois a decisão tem sido tomada previamente. Muitas mulheres elegem como prioridade a formação acadêmica e a vida profissional, deixando amor e família em segundo plano. Uma boa parte chega aos 35 anos com um currículo maravilhoso, um ótimo cargo, dinheiro aplicado, carro zero, casa própria e muita carência afetiva. Quando se dão conta disso, começam a questionar alguns valores e os dilemas aparecem: Será que casar e/ou ter filhos é uma boa idéia? Vou ter que abrir mão da minha independência? O que fazer para encontrar o parceiro ideal? Engravidar depois dos 35 é complicado? É possível encontar um homem bonito, maduro, divertido e bem-sucedido? E se eu não conseguir me casar e ter filhos? Será que vou me arrepender por me dedicar somente à minha carreira profissional?
Muitas vezes estes questionamentos, a frustração e até a cobrança da família e amigos levam ao caminho da depressão, o que pode causar danos irreparáveis.
A mulher moderna está se sentindo pressionada, o fardo está pesando cada vez mais e estamos descobrindo que a brincadeira de super-mulher é cansativa.
O jeito é tentar colocar tudo na balança e descobrir o que realmente faz brilhar os nossos olhos, sem a pressão de mostrar ao mundo que somos ótimas profissionais, esposas e mães dedicadas, mulheres com o corpo espetacular e além de tudo equilibradas emocionalmente.
O universo feminino está à beira de uma explosão e o pior é que muita gente não percebe e pode se complicar.
Que tal parar, respirar fundo, observar a nossa essência e seguir a intuição? Antes de tudo, precisamos nos conhecer, o que certamente deixará nossa vida muito mais simples e prazerosa.
Saúde, paz e felicidade para todos!
Muito obrigada.
Namastê!

Parabéns pelo lindo blog Millena!
ResponderExcluirAmei de verdade!
Viva as mulheres de Atenas - guerreiras desde sempre!
Beijokitas